domingo, setembro 21, 2003


Os robôs do século 21.

sábado, setembro 20, 2003

Tenho sonhos secretos com personagens de video-games.

As pessoas doces sofrem mais.
sofrem pelas costas abraços falsos.
Mais os falsos são os mais verdadeiros, para estas pessoas.
ainda bem.
Os homosexuais também sofrem mais, queiram ou não.
Embora sejam eles que criarão o futuro, até que apareça mais um periférico.
Eu aqui do hemisférico Sul, negro, incomodo.
Ninguém está sozinho no mundo, mas só as vezes que temos certeza.
O mundo tenta me condicionar, logo a mim que nasci para desobedecer, nem ao certo, se o certo existir.
Substimaram-me, como os idiotas da escola. São mesmo bobos, achando que eu viria para construir.
Na verdade, desejo como antes, ovo com miojo. Que não alimenta e não mata.

Que se foda todo o sistema. No cú e sem cuspe.

Se você evita, saiba que o mundo não será melhor assim.
Nem guarde a capitalista esperança em você.
Ainda digo mais, hoje eu sonhei e vi e senti, foi real?
Foi.
Mais real que agora? Talvez.
A beleza é tão efemera, é tanto que chega ser feia.
A beleza é feia. E essa é a mais pura verdade, neste mundo de verdades advogadas.
Me prenderam, riram de mim, e até me elogiaram. Que se fodam!
Nem ligo, até foi bom.
Bom ver o outro lado, o lado privado sem privada limpa.
O lado mau cheiroso do sistema, o lado que não se elogia, o lado que toma fanta no lombo.
O sistema foi criado antes de mim, então não me obrigem a adorá-lo.
Eu venero o vírus que resiste a vacina. Eu resisto do meu jeito, assim eu suporto.
Assim eu evito.

50,oo reais, é pouco
10,00 reais depois.
nunca foi suficiente, nem nunca será.
ás vezes acho que suporto.
grana, dificldade. e daí?
é hoje!
e não outro dia.
se tiver eu quero, seja o que for...

terça-feira, setembro 16, 2003




Free Eu.

quinta-feira, setembro 04, 2003

Festa, dinheiro.

O caos ao vivo em Salvador.
Milhares de indivíduos sem lider, se auto-organizando.
Se você se aproximasse veria a confusão decorrente das diferentes idéias, desejos, níveis de rebeldia.
Desde o pobre secundarista rebelde do Nordeste, à patricinha humanista do Módulo.
Gritos, empurrões, lagrimas, sorrisos.
Aí então, você se afasta e observa de longe. O quê você vê?
Você enxerga uma massa disforme, como uma ameba, se movendo e tomando atitudes como um organismo único, vivo.
A visão do todo sobrepõe o individualismo. não à um líder, todos são líderes. Um vislumbre de Anarquia.
Não adianta matar a rainha, no enxame, qualquer um pode torna-se nobre, e a nobresa neste caso faz parte da única classe existente no sistema, os operários.
Agora, não imagine uma só infecção, imagine um câncer social que cresce e contamina novas células, que leva seu código genético mutante para outros órgãos. Focos e mais Focos de uma doença que não mata, muta.
Crianças, adolescentes, universitários unidos. Criando o único movimento capaz de criar algo novo na sociedade, a baderna.
A baderna é o fator mais importante de todos, não a vejam como algo limitado a um indivíduo em especial. A verdadeira baderna extrapola o "eu" em direção ao "nós". A baderna incomoda, amedronta, choca.
E por chocar ela incita a reflexão, obriga aos não baderneiros a tomar uma posição, mesmo que seja a posição de não se posicionar.
Depois de uma posição tomada, ninguém é mais o mesmo.

segunda-feira, setembro 01, 2003